Não sei o que me irrita mais, se é a minha completa falta de interesse em fazer a diferença nesse mundo ou se é o modo de como as pessoas pensam em fazer a diferença.
Eu fico abismado com o que as pessoas entendem por ser as mãos e os pés de Cristo [By Joel XD] aqui na Terra.
"Eu vou fazer a diferença nesse mundo cantando em uma banda de rock gospel. Sim, serei super conhecido e de quebra ainda prego o "evangelho". Até me imagino lá cantando em um super mega evento, milhares de pessoas cantando a minha música, ops, louvando a Deus, foi isso o que eu quis dizer."
"Já eu, vou fazer a diferença sendo um grande pregador. Já me imagino pregando pra milhares de pessoas, em conferências e cruzadas. Me imagino curando as pessoas, ops, quis dizer que imagino Deus me usando pra curar as pessoas"
"Eu vou fazer a diferença gravando um CD. Sim, Deus me revelou através da irmã Chiquinha que até o final desse ano eu vou gravar em CD. Vou em muitas igrejas vender meus CDs, ops, vou em muitas igrejas louvar ao Pai"
Infelizmente, esse é o pensamento da maioria dos evangélicos.
"Vou fazer a diferença e de quebra ainda ajeito o meu lado, satisfaço o meu ego e ganho uma boa grana. Jesus é bom hein"
Sabe o que eu digo para pessoas assim???
Tolos, completamente tolos.
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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O dia em que eu briguei com Deus
Ontem eu briguei com Deus. Isso mesmo, briguei!
Revoltei-me por não sentir a sua presença, por não conseguir as respostas que desejo tanto, por parecer que estou falando com o vento.
Sim, eu me revoltei e desabafei, chorei diante dEle, falei tudo aquilo que eu estava sentindo no momento. Não usei de intelectualidade humana pra brigar com ele, eu simplesmente joguei nada cara dEle tudo o que eu estou passando, O desafiei a pelo menos me xingar, me aniquilar naquele momento, porque ao menos eu saberia que Ele estava me ouvindo. Mas nada aconteceu. Isso me deixou mais furioso e revoltado e então com a bíblia na mão ameacei jogá-la no chão, tentei duas ou três vezes, mas não consegui.
Isso tudo prova que Deus está comigo, por mais revoltado e furioso que eu esteja, por mais raiva que eu sinta, a minha fé não diminuí, eu continuo acreditando em Deus, permaneço confiando nEle e cada dia mais o meu pensamento está nEle.
A fé não vem de nós, ela não é nossa, é Deus quem coloca ela dentro de nós. E se Deus colocou essa fé dentro de mim então é sinal de que Ele me ouve, de que Ele está comigo, mesmo naquele momento em que não sinto a sua presença. Ele está lá, dentro de mim.
Mas só fui concluir isso hoje, ao final do dia.
Vou seguindo, andando, vivendo e esperando o que Deus tem pra mim.
Revoltei-me por não sentir a sua presença, por não conseguir as respostas que desejo tanto, por parecer que estou falando com o vento.
Sim, eu me revoltei e desabafei, chorei diante dEle, falei tudo aquilo que eu estava sentindo no momento. Não usei de intelectualidade humana pra brigar com ele, eu simplesmente joguei nada cara dEle tudo o que eu estou passando, O desafiei a pelo menos me xingar, me aniquilar naquele momento, porque ao menos eu saberia que Ele estava me ouvindo. Mas nada aconteceu. Isso me deixou mais furioso e revoltado e então com a bíblia na mão ameacei jogá-la no chão, tentei duas ou três vezes, mas não consegui.
Isso tudo prova que Deus está comigo, por mais revoltado e furioso que eu esteja, por mais raiva que eu sinta, a minha fé não diminuí, eu continuo acreditando em Deus, permaneço confiando nEle e cada dia mais o meu pensamento está nEle.
A fé não vem de nós, ela não é nossa, é Deus quem coloca ela dentro de nós. E se Deus colocou essa fé dentro de mim então é sinal de que Ele me ouve, de que Ele está comigo, mesmo naquele momento em que não sinto a sua presença. Ele está lá, dentro de mim.
Mas só fui concluir isso hoje, ao final do dia.
Vou seguindo, andando, vivendo e esperando o que Deus tem pra mim.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O Amor maternal
"Porventura pode uma mulher esquecer-se tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre? Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti."
Essa passagem de Isaias me remete aos dias de hoje e me faz acreditar que Deus não disse isso por acaso, que chegaria um tempo em que as mães iriam esquecer dos seus filhos. Pois bem, esse tempo chegou.
Quantas notícias tem-se visto e ouvido á respeito de mães que jogam filhos em lagoas, no lixo e etc. Quantas mães hoje tem filhos somente pra ganhar pensão ou então uma ajuda do governo. As mães estão esquecendo dos seus filhos.
Note que o amor maternal é usado para exemplificar o quanto o amor de Deus é grande, porque não há nada na Terra comparado ao amor de uma mãe pelo filho.
Hoje é comum aqui onde moro existir pais solteiros. Sim, as mães não querem saber de mais nada a não ser curtir a vida
Agora eu te pergunto, se até o amor maternal está esfriando-se, será que não estamos nos últimos tempos???
Eu tenho absoluta certeza disso.
Essa passagem de Isaias me remete aos dias de hoje e me faz acreditar que Deus não disse isso por acaso, que chegaria um tempo em que as mães iriam esquecer dos seus filhos. Pois bem, esse tempo chegou.
Quantas notícias tem-se visto e ouvido á respeito de mães que jogam filhos em lagoas, no lixo e etc. Quantas mães hoje tem filhos somente pra ganhar pensão ou então uma ajuda do governo. As mães estão esquecendo dos seus filhos.
Note que o amor maternal é usado para exemplificar o quanto o amor de Deus é grande, porque não há nada na Terra comparado ao amor de uma mãe pelo filho.
Hoje é comum aqui onde moro existir pais solteiros. Sim, as mães não querem saber de mais nada a não ser curtir a vida
Agora eu te pergunto, se até o amor maternal está esfriando-se, será que não estamos nos últimos tempos???
Eu tenho absoluta certeza disso.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
O Mal que eu não quero, esse eu faço
"Porque o que faço näo o aprovo; pois o que quero isso näo faço, mas o que aborreço isso faço.E, se faço o que näo quero, consinto com a lei, que é boa.De maneira que agora já näo sou eu que faço isto, mas o pecado que habita em mim.Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, näo habita bem algum; e com efeito o querer está em mim, mas näo consigo realizar o bem.Porque näo faço o bem que quero, mas o mal que näo quero esse faço.Ora, se eu faço o que näo quero, já o näo faço eu, mas o pecado que habita em mim.Acho entäo esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo.Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." Romanos 7: 15-25.
Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.
Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?
Dou graças a Deus por Jesus Cristo nosso Senhor. Assim que eu mesmo com o entendimento sirvo à lei de Deus, mas com a carne à lei do pecado." Romanos 7: 15-25.
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
As visitas de Claudia
Buenas!!!
Aqui vai um trecho do livro "Onde está Deus quando chega a dor?" de Philip Yancey, o qual estou lendo e sendo bastante edificado. Digamos que eu acredito ser esta a melhor parte do livro.
Segue abaixo:
"No princípio, Claudia esperava consolo e conforto de seus amigos cristãos. Suas visitas, porém, tornaram-se desconcertantes, não consoladoras.
Um diácono da Igreja aconselhou-a solenemente a refletir sobre o que Deus estava procurando ensinar-lhe.
- Certamente deve haver alguma coisa em sua vida que desagrada a Deus - disse ele. - Você deve ter deixado de fazer a vontade dele em algum ponto. Essas coisas não acontecem por acaso. Deus utiliza as circunstâncias para nos alertar e punir. O que será que ele está querendo lhe dizer?
Dias depois, Claudia ficou surpresa ao ver uma senhora da igreja que mal conhecia. Era evidente que aquela senhora gorducha e um tanto desmiolada pensava que sua vocação era ser "chefe de torcida" das visitas aos doente. Trouxe flores, cantou hinos batendo palmas e recitou alegres salmos sobre lindos riachos e montanhas. Sempre que Claudia tentava falar de sua doença ou do prognóstico, a mulher rapidamente mudava de assunto. Queria afastar o sofrimento com entusiasmo e boa vontade. Ela, porém, fez apenas uma visita. Depois de um tempo, as flores murcharam, os hinos pareceram dissonantes, e Claudia ali estava face a face com outro dia de dor.
Veio outra mulher, fiel seguidora dos pregadores da televisão que curam pela fé. Irradiando confiança, assegurou a Claudia que a única solução era buscar a cura divina. Quando Claudia lhe contou sobre o conselho do diácono, a mulher quase explodiu.
- A doença jamais é da vontade de Deus! - exclamou ela. - É o que a Bíblia diz. O Diabo nos rodeia, como leão ruge, mas Deus a livrará, se você tiver fé suficiente para acreditar que será curada. Lembre-se, Claudia, De que a fé pode remover montanhas, inclusive a doença de Hodgkin. Simplesmente nomeie sua promessa, com fé, e então reinvidique a vitória.
Nas manhãs seguintes, Claudia tentou "aumentar" sua fé enquanto permanecia deitada na estéril sala de tratamento de cobalto. Ela se perguntava se havia entendido o procedimento. Não questionava o poder sobrenatural de Deus, mas como convencê-lo de sua sinceridade? A fé não era como um músculo que pudesse ser aumentado pelo exercício. Era algo escorregadio, teórico, difícil de alcançar. A questão de aumentar a fé pareceu-lhe terrivelmente cansativa, e jamais conseguiu descobrir como empreender tal tarefa.
outra senhora, talvez a mais "espiritual" da igreja de Claudia, trouxe alguns livros sobre louvar a Deus por tudo que acontece.
- Claudia, você precisa chegar ao ponto de poder dizer: "Deus, eu te amo por me fazeres sofrer desta maneira. É a tua vontade. Tu sabes o que é melhor para mim. Eu te louvo por me amares de tal modo que permites esta experiência. Agradeço-te todas as coisas, inclusive esta".
Ao meditar sobre o que a senhora dissera, a mente de Claudia encheu-se de imagens horríveis e cruéis de Deus. Imaginou um gigante, tão grande quanto o universo, que tinha prazer em esmagar entre os dedos as pobres criaturas humanas, pulverizando-as com os punhos e arremessando-as contra pedras pontiagudas. Esses seres humanos continuavam a ser torturados até que gritassem: "Deus, eu te amo por estares fazendo isso comigo!". Essa idéia lhe era repulsiva. Claudia não podia adorar nem amar a um Deus assim.
outro visitante, o pastor de sua igreja, fez com que ela sentisse que estava cumprindo uma missão. Ele lhe disse:
- Você Claudia, tem o privilégio de sofrer por Cristo, e ele a recompensará. Deus a escolheu por causa de sua grande força e integridade, assim como escolheu Jó. Ele a está usando como exemplo. A fé que outros têm pode aumentar por causa de sua atitude. Deve sentir-se privilegiada, não amargurada. O que vemos como adversidade, Deus vê como oportunidade.
Ele lhe disse que pensasse em si como uma estrela do atletismo e encarasse a adversidade como uma série de obstáculos que deveria saltar em seu caminho para a vitória numa corrida.
Algumas vezes, com pena de si mesma, o pensamento de ser uma privilegiada mártir encantava Claudia. Outras vezes, quando as dores aumentavam, num crescendo interminável, quando a comida era dolorosamente vomitada, quando via seu rosto envelhecer, Claudia clamava: "Deus, por que eu? Há milhões de cristãos mais fortes e mais retos do que eu. Não poderias ter escolhido um deles?". Ela, de fato, não se sentia como uma estrela do atletismo, e perguntava por que Deus deliberadamente colocava obstáculos no caminho de alguém que ele amava.
Eu também visitei Claudia e a encontrei desesperadamente confusa com todas essas palavras contraditórias. [...] Tive poucos conselhos a dar a Claudia naquele dia. na verdade, saí com mais perguntas ainda, Por que Claudia se lastimava numa cama de hospital, enquanto eu estava de pé, saudável ao seu lado? Algo dentro de mim se perturbava ao ouvi-la repetir os prontos comentários de seus visitantes. O cristianismo deverioa fazer quem sofre sentir-se ainda pior?"
Foi meio longo não é??
Mas você pode responder a pergunta do autor? E qual dos conselhos você daria a Claudia?
Aqui vai um trecho do livro "Onde está Deus quando chega a dor?" de Philip Yancey, o qual estou lendo e sendo bastante edificado. Digamos que eu acredito ser esta a melhor parte do livro.
Segue abaixo:
"No princípio, Claudia esperava consolo e conforto de seus amigos cristãos. Suas visitas, porém, tornaram-se desconcertantes, não consoladoras.
Um diácono da Igreja aconselhou-a solenemente a refletir sobre o que Deus estava procurando ensinar-lhe.
- Certamente deve haver alguma coisa em sua vida que desagrada a Deus - disse ele. - Você deve ter deixado de fazer a vontade dele em algum ponto. Essas coisas não acontecem por acaso. Deus utiliza as circunstâncias para nos alertar e punir. O que será que ele está querendo lhe dizer?
Dias depois, Claudia ficou surpresa ao ver uma senhora da igreja que mal conhecia. Era evidente que aquela senhora gorducha e um tanto desmiolada pensava que sua vocação era ser "chefe de torcida" das visitas aos doente. Trouxe flores, cantou hinos batendo palmas e recitou alegres salmos sobre lindos riachos e montanhas. Sempre que Claudia tentava falar de sua doença ou do prognóstico, a mulher rapidamente mudava de assunto. Queria afastar o sofrimento com entusiasmo e boa vontade. Ela, porém, fez apenas uma visita. Depois de um tempo, as flores murcharam, os hinos pareceram dissonantes, e Claudia ali estava face a face com outro dia de dor.
Veio outra mulher, fiel seguidora dos pregadores da televisão que curam pela fé. Irradiando confiança, assegurou a Claudia que a única solução era buscar a cura divina. Quando Claudia lhe contou sobre o conselho do diácono, a mulher quase explodiu.
- A doença jamais é da vontade de Deus! - exclamou ela. - É o que a Bíblia diz. O Diabo nos rodeia, como leão ruge, mas Deus a livrará, se você tiver fé suficiente para acreditar que será curada. Lembre-se, Claudia, De que a fé pode remover montanhas, inclusive a doença de Hodgkin. Simplesmente nomeie sua promessa, com fé, e então reinvidique a vitória.
Nas manhãs seguintes, Claudia tentou "aumentar" sua fé enquanto permanecia deitada na estéril sala de tratamento de cobalto. Ela se perguntava se havia entendido o procedimento. Não questionava o poder sobrenatural de Deus, mas como convencê-lo de sua sinceridade? A fé não era como um músculo que pudesse ser aumentado pelo exercício. Era algo escorregadio, teórico, difícil de alcançar. A questão de aumentar a fé pareceu-lhe terrivelmente cansativa, e jamais conseguiu descobrir como empreender tal tarefa.
outra senhora, talvez a mais "espiritual" da igreja de Claudia, trouxe alguns livros sobre louvar a Deus por tudo que acontece.
- Claudia, você precisa chegar ao ponto de poder dizer: "Deus, eu te amo por me fazeres sofrer desta maneira. É a tua vontade. Tu sabes o que é melhor para mim. Eu te louvo por me amares de tal modo que permites esta experiência. Agradeço-te todas as coisas, inclusive esta".
Ao meditar sobre o que a senhora dissera, a mente de Claudia encheu-se de imagens horríveis e cruéis de Deus. Imaginou um gigante, tão grande quanto o universo, que tinha prazer em esmagar entre os dedos as pobres criaturas humanas, pulverizando-as com os punhos e arremessando-as contra pedras pontiagudas. Esses seres humanos continuavam a ser torturados até que gritassem: "Deus, eu te amo por estares fazendo isso comigo!". Essa idéia lhe era repulsiva. Claudia não podia adorar nem amar a um Deus assim.
outro visitante, o pastor de sua igreja, fez com que ela sentisse que estava cumprindo uma missão. Ele lhe disse:
- Você Claudia, tem o privilégio de sofrer por Cristo, e ele a recompensará. Deus a escolheu por causa de sua grande força e integridade, assim como escolheu Jó. Ele a está usando como exemplo. A fé que outros têm pode aumentar por causa de sua atitude. Deve sentir-se privilegiada, não amargurada. O que vemos como adversidade, Deus vê como oportunidade.
Ele lhe disse que pensasse em si como uma estrela do atletismo e encarasse a adversidade como uma série de obstáculos que deveria saltar em seu caminho para a vitória numa corrida.
Algumas vezes, com pena de si mesma, o pensamento de ser uma privilegiada mártir encantava Claudia. Outras vezes, quando as dores aumentavam, num crescendo interminável, quando a comida era dolorosamente vomitada, quando via seu rosto envelhecer, Claudia clamava: "Deus, por que eu? Há milhões de cristãos mais fortes e mais retos do que eu. Não poderias ter escolhido um deles?". Ela, de fato, não se sentia como uma estrela do atletismo, e perguntava por que Deus deliberadamente colocava obstáculos no caminho de alguém que ele amava.
Eu também visitei Claudia e a encontrei desesperadamente confusa com todas essas palavras contraditórias. [...] Tive poucos conselhos a dar a Claudia naquele dia. na verdade, saí com mais perguntas ainda, Por que Claudia se lastimava numa cama de hospital, enquanto eu estava de pé, saudável ao seu lado? Algo dentro de mim se perturbava ao ouvi-la repetir os prontos comentários de seus visitantes. O cristianismo deverioa fazer quem sofre sentir-se ainda pior?"
Foi meio longo não é??
Mas você pode responder a pergunta do autor? E qual dos conselhos você daria a Claudia?
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
"Quando estou fraco então sou forte"
"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo. Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte." 2 Cor 12:9,10.
O sofrimento, a dor e a tribulação nos aperfeiçoam e nos tornam mais fortes. Não aprendemos nada quando tudo está indo bem, álias, aprendemos e crescemos em caráter e espiritualidade justamente quando estamos passando por alguma dificuldade. Mas por que isso acontece?
Justamente porque o segredo da vida é ser dependente.
Quando estamos levando uma vida de mar de rosas a nossa carne nos leva a crer que somos auto-suficientes e nos leva a esquecer que precisamos de Deus. Mas quando estamos na mais absoluta desolação o que nos resta somente é a fé.
Me recordo que quando estive mais forte espiritualmente foi em um momento de absoluta tribulação e desolação. Minha família e eu vivíamos pela fé e foram os dias mais maravilhosos de minha vida.
"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa." Mateus 5: 3-11.
O que Jesus disse nas bem-aventuranças não foi uma forma de consolo como a maioria pensa, mas sim afirmando que quem chora, quem sofre perseguição, quem tem sede de justiça é bem-aventurado ou em outras traduções, é feliz.
Então sejamos gratos a Deus pelos problemas, tribulações e dor, porque eles nos aperfeiçoam e nos tornam mais forte.
Vou terminar com uma frase de Martin Luther King
"Aquilo que não me destrói torna-me mais forte"
O sofrimento, a dor e a tribulação nos aperfeiçoam e nos tornam mais fortes. Não aprendemos nada quando tudo está indo bem, álias, aprendemos e crescemos em caráter e espiritualidade justamente quando estamos passando por alguma dificuldade. Mas por que isso acontece?
Justamente porque o segredo da vida é ser dependente.
Quando estamos levando uma vida de mar de rosas a nossa carne nos leva a crer que somos auto-suficientes e nos leva a esquecer que precisamos de Deus. Mas quando estamos na mais absoluta desolação o que nos resta somente é a fé.
Me recordo que quando estive mais forte espiritualmente foi em um momento de absoluta tribulação e desolação. Minha família e eu vivíamos pela fé e foram os dias mais maravilhosos de minha vida.
"Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus;
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa." Mateus 5: 3-11.
O que Jesus disse nas bem-aventuranças não foi uma forma de consolo como a maioria pensa, mas sim afirmando que quem chora, quem sofre perseguição, quem tem sede de justiça é bem-aventurado ou em outras traduções, é feliz.
Então sejamos gratos a Deus pelos problemas, tribulações e dor, porque eles nos aperfeiçoam e nos tornam mais forte.
Vou terminar com uma frase de Martin Luther King
"Aquilo que não me destrói torna-me mais forte"
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domingo, 25 de janeiro de 2009
Aceitar ou não aceitar o problema???
Estou lendo um livro muito interessante do Philip Yancey que se chama "Onde está Deus quando chega a dor?" e recomendo que busquem ler esse livro.
Existme dois capítulos no livro que mostram dois tipos de pessoas que sofreram um mesmo problema e que tiveram reações completamente diferentes.
BrianSternberg não aceitou a sua condição de tetraplégico e mesmo depois de 40 anos ele e sua família continuam a acreditar na cura divina e acreditam não ser a vontade de Deus que ele continue nesse estado. Sua crença em um Deus amoroso não os faz aceitar o problema de Brian e eles tem fé de que Brian será curado. Hoje ele dá palestras entre outras atividades
Joni Eareckson Tada aceitou a sua condição de tetraplégica, tirou lições e se aproximou de Deus e hoje também dá palestras, além de pintar e fazer cartões entre outras coisas.
Resumi duas situações para mostrar que o que importa não é a questão de aceitar ou não aceitar o problema ou a situação, mas sim se aproximar de Deus e manter a sua fé firme nEle.
Ambos acertaram aceitando ou não aceitando a situação. Porque não é uma questão de aceitar ou não aceitar, mas sim de aprender com o problema e se aproximar de Deus através dele.
Existme dois capítulos no livro que mostram dois tipos de pessoas que sofreram um mesmo problema e que tiveram reações completamente diferentes.
BrianSternberg não aceitou a sua condição de tetraplégico e mesmo depois de 40 anos ele e sua família continuam a acreditar na cura divina e acreditam não ser a vontade de Deus que ele continue nesse estado. Sua crença em um Deus amoroso não os faz aceitar o problema de Brian e eles tem fé de que Brian será curado. Hoje ele dá palestras entre outras atividades
Joni Eareckson Tada aceitou a sua condição de tetraplégica, tirou lições e se aproximou de Deus e hoje também dá palestras, além de pintar e fazer cartões entre outras coisas.
Resumi duas situações para mostrar que o que importa não é a questão de aceitar ou não aceitar o problema ou a situação, mas sim se aproximar de Deus e manter a sua fé firme nEle.
Ambos acertaram aceitando ou não aceitando a situação. Porque não é uma questão de aceitar ou não aceitar, mas sim de aprender com o problema e se aproximar de Deus através dele.
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sábado, 24 de janeiro de 2009
A padronização de Deus
"Deus age assim"
Umas das coisas mais comuns no ser humano é a padronização de Deus, segundo o que se entende sobre Ele: "Deus faz dessa maneira", isso é o que muitas vezes pensamos não aceitando que Ele faça de outra maneira. "Ele precisa fazer desse jeito, afinal, esse é o padrão dEle", pensamos.
O maior erro que podemos cometer na busca por entender Deus é querer padronizar o Seu comportamento. Álias, eu acredito ser a maior perda de tempo buscar entender aquilo que não é pra entender, no caso Deus. Nunca vou entende-lO, afinal Ele é Deus e a sua sabedoria é maior que o Universo e como o próprio Paulo diz, " a sabedoria deste mundo é loucura para Deus". Por esse motivo não entendo muito bem o que a teologia necessariamente me acrescentaria, mas não é sobre isso o assunto do post.
A realidade é que Deus não tem um comportamento padrão. É só observar a bíblia e verificar Deus agindo de várias e diversas maneiras e muitas vezes parece se contradizer.
Se observarmos os amigos de Jó então, cada um tinha uma visão diferente acerca de Deus. E Deus disse para eles "vocês não me conhecem, álias, vocês falaram o que não era reto sobre mim"(Jó 42:7).
Não padronizem Deus.
Umas das coisas mais comuns no ser humano é a padronização de Deus, segundo o que se entende sobre Ele: "Deus faz dessa maneira", isso é o que muitas vezes pensamos não aceitando que Ele faça de outra maneira. "Ele precisa fazer desse jeito, afinal, esse é o padrão dEle", pensamos.
O maior erro que podemos cometer na busca por entender Deus é querer padronizar o Seu comportamento. Álias, eu acredito ser a maior perda de tempo buscar entender aquilo que não é pra entender, no caso Deus. Nunca vou entende-lO, afinal Ele é Deus e a sua sabedoria é maior que o Universo e como o próprio Paulo diz, " a sabedoria deste mundo é loucura para Deus". Por esse motivo não entendo muito bem o que a teologia necessariamente me acrescentaria, mas não é sobre isso o assunto do post.
A realidade é que Deus não tem um comportamento padrão. É só observar a bíblia e verificar Deus agindo de várias e diversas maneiras e muitas vezes parece se contradizer.
Se observarmos os amigos de Jó então, cada um tinha uma visão diferente acerca de Deus. E Deus disse para eles "vocês não me conhecem, álias, vocês falaram o que não era reto sobre mim"(Jó 42:7).
Não padronizem Deus.
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sábado, 17 de janeiro de 2009
A hiprocrisia do dia-a-dia
A frase que eu mais ouço das pessoas, principalmente dos cristãos é a seguinte:
"Odeio hipocrisia"
Se odiamos a hipocrisia então por que a praticamos?
Você pode me perguntar "Mas onde eu sou hipócrita? Eu não sou hipócrita".
Você se diz cristão, por consequência segue tudo o que o cristianismo prega, ou ao menos os seus discursos são cristãos, mas as atitudes...
O cristianismo prega o amor ao próximo e ao inimigo. Você ama seu inimigo?
O cristianismo prega o "dar a outra face". Você dá a outra face?
O cristianismo prega o amor a Deus acima de todas as coisas. Você ama a Deus mais do que tudo?
O cristianismo prega a comunhão entre os irmãos. Você tem comunhão com seus irmãos?
O cristianismo prega que não se deve murmurar. Você não murmura?
Posso ficar a noite inteira aqui fazendo perguntas e mais perguntas e te mostrar o quanto você é hipócrita.
Eu estava conversando com o Carrara á respeito do amar o próximo como a nós mesmo. O que é amar como a nós mesmos?
Existem coisas em nossas vidas que sabemos que são desprezíveis, mas toleramos. Devemos tolerar as falhas das pessoas.
Por que então eu não tolero as falhas do meu irmão?
Somos cristãos de discurso, da boca pra fora, mas na essência somos muito parecidos com os fariseus.
"Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem" Mateus 23:3
Nem vou dizer que se fui confuso não foi por querer...hehehe
Que Deus nos abençoe!!!
Ps: Talvez eu fique um tempo sem internet, então, sem postagem =/
"Odeio hipocrisia"
Se odiamos a hipocrisia então por que a praticamos?
Você pode me perguntar "Mas onde eu sou hipócrita? Eu não sou hipócrita".
Você se diz cristão, por consequência segue tudo o que o cristianismo prega, ou ao menos os seus discursos são cristãos, mas as atitudes...
O cristianismo prega o amor ao próximo e ao inimigo. Você ama seu inimigo?
O cristianismo prega o "dar a outra face". Você dá a outra face?
O cristianismo prega o amor a Deus acima de todas as coisas. Você ama a Deus mais do que tudo?
O cristianismo prega a comunhão entre os irmãos. Você tem comunhão com seus irmãos?
O cristianismo prega que não se deve murmurar. Você não murmura?
Posso ficar a noite inteira aqui fazendo perguntas e mais perguntas e te mostrar o quanto você é hipócrita.
Eu estava conversando com o Carrara á respeito do amar o próximo como a nós mesmo. O que é amar como a nós mesmos?
Existem coisas em nossas vidas que sabemos que são desprezíveis, mas toleramos. Devemos tolerar as falhas das pessoas.
Por que então eu não tolero as falhas do meu irmão?
Somos cristãos de discurso, da boca pra fora, mas na essência somos muito parecidos com os fariseus.
"Todas as coisas, pois, que vos disserem que observeis, observai-as e fazei-as; mas não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem" Mateus 23:3
Nem vou dizer que se fui confuso não foi por querer...hehehe
Que Deus nos abençoe!!!
Ps: Talvez eu fique um tempo sem internet, então, sem postagem =/
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Um pouco sobre mim, igreja evangélica e etc...
Buenas!!!
Vou tentar manter este blog com ao menos duas postagens por dia, até porque como diz o próprio nome do blog, estou com bastante tempo livre e quem sabe isso vire um hooby ou alguma coisa parecida.
A primeira coisa que penso quando abro o editor de postagem é "o que postar?". Isso é a primeira coisa que me vem a mente, logo em seguida sou bombardeado com inúmeras informações do meu cérebro. São tantas informações que eu realmente fico perdido.
Não sei vocês, mas eu tenho opinião pra tudo, até para aquilo que não conheço. Talvez isso não seja bom, mas na hora de expor opiniões sou um dos primeiros a levantar a mão. Posso ser tímido para várias coisas, mas em qualquer roda de discussão entre amigos que eu estiver vocês com certeza ouvirão minha voz bem alta e defendendo piamente aquilo que acredito. Da mesma forma na igreja. E é sobre isso que vou falar no post.
Não sou daqueles que pregam o fim da instituição religiosa e o fim dos templos, muito pelo contrário. Mas o que eu vejo hoje é que nos desviamos do próposito de estarmos reunidos em comunhão com os irmãos.
Paulo diz:
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação." I Coríntios 14:26.
Observo que o culto da igreja primitiva era participativo e cada um contribuia para a reunião com o que podia fazer. Um sabia cantar, outro ensinava, outro profetizava, outro falava em línguas e o outro interpretava. Tudo isso dentro de uma ordem sadia e bem embasada.
Mas o que vemos hoje dentro das igrejas se parece com isso?
O que vemos hoje são os ditos "homens de Deus" pregando do seu bem entender. Um grupo de louvor que canta durante uma hora praticamente as mesmas músicas durante todas as reuniões. Pessoas que estão ali para receber algo e não para participar do culto a Deus.
Acaba-se a reunião e é cada um por si e Deus por todos.
Minha crítica a igreja evangélica não é do tipo "está tudo errado", mas sim "nos desviamos do caminho mas podemos voltar a trilhar por ele".
Sabe quando voltaremos a trilhar o caminho?
Quando pararmos de pensar na igreja como forma de entretenimento.
Que Deus possa abrir os nossos olhos.
Amém???!!!
Vou tentar manter este blog com ao menos duas postagens por dia, até porque como diz o próprio nome do blog, estou com bastante tempo livre e quem sabe isso vire um hooby ou alguma coisa parecida.
A primeira coisa que penso quando abro o editor de postagem é "o que postar?". Isso é a primeira coisa que me vem a mente, logo em seguida sou bombardeado com inúmeras informações do meu cérebro. São tantas informações que eu realmente fico perdido.
Não sei vocês, mas eu tenho opinião pra tudo, até para aquilo que não conheço. Talvez isso não seja bom, mas na hora de expor opiniões sou um dos primeiros a levantar a mão. Posso ser tímido para várias coisas, mas em qualquer roda de discussão entre amigos que eu estiver vocês com certeza ouvirão minha voz bem alta e defendendo piamente aquilo que acredito. Da mesma forma na igreja. E é sobre isso que vou falar no post.
Não sou daqueles que pregam o fim da instituição religiosa e o fim dos templos, muito pelo contrário. Mas o que eu vejo hoje é que nos desviamos do próposito de estarmos reunidos em comunhão com os irmãos.
Paulo diz:
"Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação." I Coríntios 14:26.
Observo que o culto da igreja primitiva era participativo e cada um contribuia para a reunião com o que podia fazer. Um sabia cantar, outro ensinava, outro profetizava, outro falava em línguas e o outro interpretava. Tudo isso dentro de uma ordem sadia e bem embasada.
Mas o que vemos hoje dentro das igrejas se parece com isso?
O que vemos hoje são os ditos "homens de Deus" pregando do seu bem entender. Um grupo de louvor que canta durante uma hora praticamente as mesmas músicas durante todas as reuniões. Pessoas que estão ali para receber algo e não para participar do culto a Deus.
Acaba-se a reunião e é cada um por si e Deus por todos.
Minha crítica a igreja evangélica não é do tipo "está tudo errado", mas sim "nos desviamos do caminho mas podemos voltar a trilhar por ele".
Sabe quando voltaremos a trilhar o caminho?
Quando pararmos de pensar na igreja como forma de entretenimento.
Que Deus possa abrir os nossos olhos.
Amém???!!!
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